Ansiedade e angústia
Quando pensamentos, emoções ou sensações parecem ocupar espaço demais.
Psicoterapia de Base Antroposófica
Um processo de cuidado que considera cada pessoa em sua singularidade, em sua história e em seu momento de vida.
Um olhar ampliado
Na Psicoterapia de Base Antroposófica, compreendo o ser humano em sua totalidade, considerando as dimensões física, emocional, psíquica, biográfica e espiritual.
Na prática, isso significa escutar o sofrimento atual e, ao mesmo tempo, procurar compreender o lugar que ele ocupa na história de quem o vive.
Não trabalho apenas para silenciar aquilo que incomoda. Procuro construir, junto com você, condições para reconhecer significados, fortalecer recursos internos e ampliar a capacidade de fazer escolhas com consciência, autonomia e liberdade.
Leia sobre Psicologia Antroposófica →Quando pode fazer sentido
A psicoterapia pode acolher tanto períodos de sofrimento quanto o desejo de compreender melhor a si, fortalecer relações e reencontrar sentido e direção.
Quando pensamentos, emoções ou sensações parecem ocupar espaço demais.
Quando uma ausência, despedida ou mudança pede tempo e elaboração.
Quando vínculos importantes trazem sofrimento ou repetem movimentos difíceis.
Quando o caminho profissional ou uma nova etapa já não encontra respostas antigas.
Quando você percebe movimentos recorrentes e deseja compreendê-los com profundidade.
Quando aquilo que sustentava a vida deixa de representar quem você é hoje.
Como conduzo
Não ocupo o lugar de quem possui respostas sobre a sua vida. Ofereço presença, escuta profunda, acolhimento com estrutura e perguntas que ajudam você a se ouvir.
Construímos uma relação terapêutica baseada em escuta, respeito e segurança.
O momento atual é compreendido dentro da história, dos vínculos e dos ciclos de vida.
Cada referência e recurso entra a serviço da sua necessidade, nunca como fórmula rígida.
Integro a base antroposófica a contribuições da Psicologia Analítica de Carl Gustav Jung, da Arteterapia de base junguiana, da Logoterapia de Viktor Frankl, da Comunicação Não Violenta e da abordagem sistêmica.
Outras linguagens
Na visão antroposófica, essas forças participam da vida anímica. Por isso, um processo não precisa permanecer apenas no plano racional.
Quando for adequado, posso propor perguntas para serem pesquisadas entre os encontros ou utilizar recursos como aquarela, argila, modelagem, música, poesia, contos e mitos.
Nomear, organizar e compreender o que está sendo vivido.
Reconhecer como a experiência toca você e que valor ela possui.
Perceber impulsos, possibilidades e movimentos que podem se tornar ação.

Esses recursos não exigem habilidade artística. Eles funcionam como outras linguagens para entrar em contato com experiências que nem sempre chegam prontas às palavras.
Na prática
Quero compreender o que traz você até aqui, esclarecer dúvidas e avaliar qual formato faz sentido neste momento.
Atendimento em consultório na Zona Norte de São Paulo, em ambiente reservado e acolhedor.
Encontros por videochamada para quem prefere esse formato ou vive fora de São Paulo.
Frequência, objetivos e recursos são definidos de modo individualizado, respeitando etapa de vida, contexto e ritmo.
Atendo crianças, adolescentes, adultos, idosos, casais e famílias.
Antes de começar
Se sua dúvida não estiver aqui, podemos conversar diretamente.
Entrar em contato →Não. A abordagem sustenta meu trabalho, mas o processo começa pela sua experiência concreta e pelas perguntas do seu momento.
Sim, há atendimento online para pessoas em todo o Brasil.
Não. Cada processo é singular e não há promessa de cura ou resultado predeterminado.
Não. Você pode chegar com uma pergunta, uma sensação, uma situação concreta ou apenas com a percepção de que algo precisa ser cuidado. A conversa inicial também serve para organizar essa demanda.
Uma conversa inicial
Presencial em São Paulo e online para todo o Brasil.